Já começo a ver os copos menstruais da Green Donna a fazer fantasmas na minha retina LOL
Acabei o que espero ter sido o último render para este projecto, agora vou me divertir a fazer uma ou mais ilustrações de uma mascote/matrona para o site. Estou a pensar usar as potencialidades do flash para dar alguma animação às mesmas, talvez uns querubins a voar e uma auréola/splash a rodar atrás do copo... só percebem quando virem!
Fui também hoje buscar aos correios a amostra da embalagem e do copo final. Acho que a impressão levou amarelo demais ou azul a menos, mas até tem boa qualidade e o cortante está 100%.
O saco infelizmente não pudemos fazer com o padrão tipo papel de parede que queríamos porque era muito caro para esta quantidade. O logo tem pouca altura de relevo no copo mas a culpa foi minha de não ter especificado uma medida, embora seja lógico que seria para se ver bem.
Este é o livro-troféu que trouxe da Feira do Livro ontem, estava numa das primeiras barraquinhas que pertencia aos distribuidores da Taschen em Portugal e como estava como livro doa dia foi 3€ mais barato que no Book Depository, o que representou uma estreia! LOL
Pelo tamanho da lombada na imagem podem começar a imaginar um belo calhamaço de capa extra-grossa, que narra a história do aparecimento da publicidade até aos nossos dias, com bastante relevo para o papel que as agências como a Leo Burnett, Ogilvy e outras tiveram e têm nesta narrativa em progresso.
Ainda só li na diagonal mas pareceu-me bastante completo... provavelmente a cultura geral sobre publicidade que me faltava para não ter vergonha de falar com um director criativo de uma agência :P
Para acompanhar esta pérola recomendo o Foi Você que pediu uma história da publicidade? da Tinta-da-China que se debruça sobre a realidade portuguesa.
Literalmente, visto que nem tenho grandes conhecimentos (ainda assim, talvez sejam maiores que muitos ditos "profissionais" que andam por ai), nem gosto especialmente de perder horas a programar CSS e a perder a cabeça com os pequenos erros de sintaxe que provocam fenómenos nas páginas =X
Mas estou na mesma a fazer uma página para a Green Donna®, cheia de PNG's transparentes (que se lixem os IE's antigos...) mas muito minimal.
Ainda está em progresso, visto que faltam os textos, estou a produzir imagens 3D do primeiro produto e ainda falta fazer umas belas ilustrações em vectores baseadas em pinturas clássicas (ainda não sei se vou para o Bouguereau, ou tentar encaixar um Muchazito) que talvez anime em flash e que irão ocupar a metade inferior direita do ecrã nas páginas onde não há material de produto.
PS: Depois de muitas horas e papa maizena consegui corrigir o problema de colocação da barra de fundo em tamanhos de ecrã mais pequenos. Falta uma imagem 3D e ilustração para a página principal!
Um logo para a empresa de alojamento web do meu grande amigo Mateus Mendes. Sem complicações, apenas uma Helvetica bastante trabalhada e modificada, tinha outras opções de fonte (nomeadamente a minha bem amada VAG) mas ele gostou mais do old school...
E com este trabalho já tenho um servidor para começar a fazer um site da Ophiusa como foi imaginado, interactivo, com páginas de utilizador, fóruns de mensagens e outras funcionalidades que o pessoal tem a mania de chamar "2.0".
Basquash! é mais um anime recém estreado no Japão com a particulariedade de ser uma produção franco-nipónica, ou seja, segundo aquilo que percebi o conceito e as personagens foram desenhadas por artistas franceses e é animado e produzido como um anime normal.
É uma mistura entre mechas (robots de 2 pernas controlados por pilotos humanos) e basket, numa planeta chamado Earthdash, orbitado por uma lua artificial que é em si uma cidade com uma tecnologia mais desenvolvida. O personagem principal, Dan (uma espécie de Naruto versão francesa... ou seja mais palhaço) quer chegar à lua (basicamente sair do planeta gueto) para poder curar a irmã Coco, que ficou paraplégica num acidente com um bigfoot (os tais rôbos) e perdeu assim a oportunidade de se cumprir como promessa do basket feminino. Escusado será dizer que Dan odeia bigfoots mas que irá ser num que irá tornar-se uma lenda...
Os cenários e de todo o visual revelam a influência francesa, mas também é fácil ver nos episódios exageradamente cómicos e nas protuberâncias femininas mirabolantes a mão de um desenhador de BD francófono.
Fiquem com a abertura e notem o product placement nos ténis...
The Walking Dead é um comic mensal da Image, que surpreenderá certamente os que acham que a banda-desenhada americana é só super-heróis e humor. De facto a melhor forma de descrever esta história é compará-la a um filme de zombies que pela longa duração (já ultrapassou os 50 livros mensais) consegue a profundidade impossível de esperar num cinema.
O começo é simples, um xerife de uma pequena vila americana é baleado e entra em coma, sendo que quando acorda várias semanas depois, descobre que quase toda a população humana se converteu em criaturas que mesmo parecendo mortas continuam bem vivas (pelo menos até à típica destruição do cérebro) e atacam tudo o que mexe. A história narra a sua busca pela mulher e filho e os encontros com os poucos sobreviventes. Dizer mais era estragar toda uma teia de suspense e surpresas que o escritor Robert Kirkman concebeu, bem temperada com imagens cheias de destruição, putrefacção e muito canibalismo que o Tony Moore nos serve.
Claro que quando comprei o primeiro volume que colecciona os 6 primeiros comics, fui surpreendido pelas páginas a preto e branco mas além de darem outra ambiência a história, devem contribuir para a não censura da sua publicação, porque doutra forma e devido às avultadas quantidades de vermelho a comercialização seria mais apertada.
No segundo volume Moore foi substituído pelo Charlie Adlard e a qualidade gráfica da história baixou notavelmente (reparei na troca mal o abri), não que os desenhos sejam muito piores mas a atenção ao detalhe e a linguagem do desenho é menos apelativa. Ainda assim a história compensa sobejamente essa mudança, com personagens bem construídas e reviravoltas sucessivas que nos deixam com uma vontade imensa de ler o próximo .
Acho que vou também começar a fazer hábito de falar acerca de séries de anime neste blog, até porque nunca quis que isto se tornasse em mais um blog de auto-promoção e crítica ao estado das coisas, mas antes um conjunto interessante de textos sobre o meu trabalho e os meus gostos "culturais". Até ao momento ficou de fora uma das coisas que mais ocupa o meu tempo de lazer além das séries de ficção americanas (que andam a acabar...).
Acabadinho de começar no Japão, K-On! é um anime com uma premissa simples, até cliché mesmo, sobre um grupo de 2 raparigas da secundária que decidem aproveitar um clube de música pela hora da morte para formarem uma banda. No final do primeiro episódio ficamos a conhecer as outras duas personagens que irão completar a banda.
No final das contas é uma mistura interessante entre o estilo school-life (Clannad, Toradora, Genshiken) e animes sobre música do qual o mais exemplificativo é Beck - Mongolian Chop Squad (mítica mesmo). Uma série light com um estilo de desenho muito moe (basicamente significa querido) que é mais que patente nas sobrancelhas grossas da Tsugumi e com um tom de comédia situacional e imediata, do qual a personagem despassarada e desastrada (Yui, com o cabelo mais castanho) é o centro, a começar pelo facto de se juntar a uma banda sem ter instrumento, nem saber tocar e logo para ser guitarrista.
Não posso deixar de gostar pelo desenho em si (muito dentro do que procuro nas minhas ilustrações menos conceptuais) mas também pela ideia de uma banda em formação e das desventuras que dai resultam, porque me faz lembrar em alguma parte a minha própria experiência pessoal. Depois há o ponto alto de a guitarra escolhida pela lead ser logo uma Gibson Les Paul em walnut (embora goste mais das pretas) LOL
Também interessante foi um artigo que li há uma semana atrás que me acabou com uma das ilusões que tinha em relação ao anime. Pelos vistos, mesmo no Japão os animes não são praticamente transmitidos pelos canais de televisão, sendo tão underground como são no resto do mundo. Cheguei mesmo a ler comentários de pessoal a viver lá que diz que continua a só conseguir ver anime através da net, como fazia quando vivia em França.
Por isso e como sei que apesar de muita gente gostar de anime não sabe onde arranjá-lo deixo-vos um bom recurso para não perderem os últimos episódios traduzidos que é o www.anime.fansub.tv
Está ai uma nova trend no mercado de trabalho, estágios não remunerados com recompensa de estágio remunerado com comparticipação do IEFP (60% + subsidios)!
Mas esperem, os estágios do IEFP (INOV e normais) têm duração obrigatória de 12 meses... errrr?! Esperem lá 12-3=9... 9 a receber e 3 sem receber... onde vão parar os outros 3 meses que o estado paga?
Acho que não precisam que vos esclareça mais que isto...
Depois de vários meses de embolia competitiva, consegui finalmente adaptar uma das minhas últimas ilustrações para 5 cores.
Depois de alguma consideração sobre o concurso no qual ia participar decidi voltar a tentar o Camiseteria, não só porque fui principescamente tratado das últimas vezes que concorri pela galera do Brasil mas também porque o estilo de ilustração parece-me concordante com o tipo de t-shirts que têm lançado. Não esqueço quem são alguns dos principais visitantes deste blogue ;)
Actualização Com a votação quase no fim e pelos comentários a coisa parece ter corrido muito bem. No entanto a crer pelo número de votos largas vezes superior a alguns outros concorrentes posso contar com uma baixa na pontuação graças ao under-voting. Ficará lá pela média de 3 digo eu :D Obrigado a todos!